“O melhor a nível de qualidade/preço”

Destaca-se “claramente pelas excelentes condições, por estar tudo próximo e pelas muitas atividades extra”. É para além disso,” o melhor torneio a nível de qualidade/preço”.

 

O clube procura nesta participação, para além de uma experiência diferente, conviver com novas realidades e equipas. Espera diversão, respeito por todos e muitos jogos de futebol. 

 

“Excelente” aceitação dos pais

A aceitação por parte dos pais “é excelente. A equipa de 2008 já vai na 2º participação. Os escalões de 2007 e 2009 vão porque os pais de 2008 gostaram e ‘fizeram’ boa publicidade”.

 

O treinador

Jorge Portela, 53 anos, é natural de Lisboa e treinador do Clube Associação Desportiva Geração de Génios. Enfrenta como desafios no desempenho da profissão “educar futuros homens e que ganhem o gosto pelo futebol”.

 

Texto: Inês Ruivo

Imagem: Jorge Portela

“Proporcionar uma semana diferente”

O torneio distingue-se pelos “campos em localidades diferentes, ambiente familiar e atividades extra”.

 

É “um torneio bem organizado, que contempla um conjunto de atividades desportivas e culturais”.  Para o clube é importante os “atletas poderem desfrutar de jogos contra outras equipas fora do distrito de Coimbra, estando em contacto com outras realidades e filosofias de clubes adversários.” Durante o torneio “estão juntos num contexto diferente daquele que têm nos jogos aos fins de semana, criando ainda mais o espírito de grupo.”

 

“Futebol e cultura”

A aceitação por parte dos pais foi “positiva, devido ao torneio juntar dois objetivos que trabalhamos no nosso clube: futebol e cultura”. O torneio proporciona “uma semana de férias com os pais/familiares a acompanhar o crescimento dos seus educandos.”

 

“Participar é o objetivo número um”

Em termos coletivos, é preciso saber estar dentro e fora de campo”. Por isso, “o fairplay é o troféu mais importante. Apesar de ninguém gostar de perder, são crianças que estão no seu processo evolutivo.” Por essa razão, “participar é o objetivo número um”.

Quanto ao confronto com equipas estrangeiras, é importante “trocar ideias do trabalho desenvolvido nos seus países e no próprio clube.”

 

“Aprender todos os dias”

Pedro Simões, 38 anos, é natural de Coimbra. Treinador desde 1998, iniciou o projeto Ginásio Clube Figueirense em 2013, onde coordena os diferentes escalões masculinos e femininos.

Considera-se um “treinador humilde”, que sente paixão “em ensinar todos os dias os seus atletas e em aprender todos os dias com quem trabalho.”

 

Texto: Inês Ruivo

Imagem: G. C. Figueirense

“Proporciona uma maior camaradagem e união”

“É um torneio bem organizado, o qual possibilita às equipas do Interior jogar com outras que apresentam realidades diferentes das nossas”, seja em termos de condições, como de localização.

 

O torneio oferece, para além da componente desportiva, “uma parte lúdica. Proporciona, essencialmente, aos miúdos um convívio que dificilmente conseguimos ao longo do ano de trabalho.”  Permite-lhes interagirem durante “quase uma semana, na qual comem, jogam e brincam juntos, o que lhes proporciona uma maior camaradagem e união.”

 

“Desfrutar do momento

“Espero que o torneio deste ano corra como os anteriores: pelo melhor.  Que os miúdos e os pais se divirtam e eu também.” Durante a participação, “os resultados têm o valor que têm, mas o que importa é pormos em prática aquilo que treinamos, sempre a desfrutar do momento.”

 

“Crianças hoje não têm tempo para brincar”

António Rodrigues, 56 anos, é natural de Portalegre e treinador do Clube Desportivo Portalegrense 1925. Iniciou atividade como treinador adjunto em 2013 e como treinador estagiário três anos depois. 

Considera-se “calmo e paciente. Tento pôr alguma boa disposição nos treinos e transmitir alguns ensinamentos, quer o que aprendi no curso de treinador, quer como futebolista”.  

A brincadeira é a maior dificuldade que enfrenta no desempenho da profissão. “As crianças hoje não têm tempo para brincar e mantê-las concentradas é muito difícil”.

 

Texto: Inês Ruivo

Imagem: Lurdes Bonacho

“Um dos melhores do país”

É um “torneio bem organizado, com muitas atividades para além do futebol, com vários acessos para os pais, quer em termos de jogos e campos, quer na restauração e hospitalidade”.

 

A região é “bastante acolhedora e no ano em que fui estava muito bom tempo, o que abrilhantou ainda mais” o torneio. Em relação ao convívio, “gostei bastante, tanto com os portugueses, como com as equipas estrangeiras”.  Considera mesmo o torneio “um dos melhores do país”.

 

“Sejam felizes a fazer o que gostam”

“Vamos jogar para ganhar, como sempre, mas vamos principalmente para os miúdos se divertirem.” Espera “que possam viver outra realidade: estar entre várias equipas de todo o mundo e conviver com outras personalidades e culturas. Vamos para que possam aprender muito e sejam felizes a fazer o que gostam.” O importante é que regressem a casa “cansados de sorrir e de se divertirem”. 

 

Ensiná-lo a “respeitar os adversários e colegas”

João Guerreiro, 29 anos, é natural do Barreiro. Iniciou a função de treinador há sete anos e integrou a Escola de Futebol D. João I na época 2014/2015, aquando a sua fundação.

Considera que o papel do treinador “não é só tirar o maior proveito do atleta, no que diz respeito às suas qualidades futebolísticas. É também ser o seu mentor, não só no futebol, mas igualmente na sua vida pessoal. Ensiná-lo a ter responsabilidades, a nunca desistir e a respeitar os adversários e colegas, mesmo quando a situação em que se encontram não seja favorável.”

O maior desafio na profissão passa por perceber e conseguir ajudar um atleta que não se encontra bem psicologicamente. Voltá-lo a ver sorrir em campo é a maior recompensa recebida para o treinador.   

 

Texto: Inês Ruivo

Imagem: DR/EF D.João I 

Confrontar equipas estrangeiras “é das melhores experiências”

A participação de “equipas de vários países e de culturas diferentes” tornam o torneio “fantástico”. É “das melhores experiências!

 

O torneio anterior foi “muito bom a todos os níveis, quer organizacional, quer competitivo”. Para este ano espera “acima de tudo divertirmo-nos muito, viver uma experiência nova, aprender e tentar demonstrar as nossas ideias de jogo”.

 

Ambiente é “muito bom”

Também a região tem as suas particularidades. “É diferente da nossa. Há muitas herdades e muitos espaços verdes. É muito pacata e agradável”, com um ambiente envolvente “muito bom”.

O torneio “destaca-se pela proximidade das pessoas que fazem parte da organização. Talvez por nos grandes centros urbanos ser mais habitual este tipo de torneio, não há tanta preocupação e atenção”. É na população desta região Alentejana que mais notámos a diferença”.

 

“Ter bons valores e princípios”

Luís Moreira, 24 anos, natural de Fradelos, é treinador no Clube Desportivo Lousado. Iniciou atividade como treinador aos 16 anos e está no clube atual há 6 anos.

Como treinador, considera-se “amigo dos atletas, calmo e exigente”. O profissional “deve saber estar, ter bons valores e princípios”. Só assim poderá “transmitir os mesmos aos atletas”. Lidar da melhor forma com a personalidade de cada um é para si o maior desafio da profissão.

 

Texto: Inês Ruivo

Imagem: Rui Amorim

“Experimentem como é viver no Interior”

A localização do torneio “tem a grande vantagem de estar rodeada de Natureza e de ter paisagens que de certeza ficarão na memória dos miúdos”.

 

Há que aliar a beleza paisagística a “uma boa e nova experiência com o futebol. Eles passam a vida nos centros urbanos. O que tentamos é que durante 6 dias experimentem como é viver no Interior”. De acordo com o que leu sobre o torneio, tem “uma excelente organização, preocupada com todos os aspetos de cada equipa”.

 

“Desfrutar do que o futebol tem para oferecer”

Espera que os atletas “possam desfrutar daquilo que o futebol puro tem para oferecer e, muito particular, Castelo de Vide, porque quando escolhemos os torneios temos como objetivo levar os atletas a locais onde os mesmos ainda não tenham tido a possibilidade de ir”.

Face à competição, “esperamos que seja um torneio de nível elevado, o qual permita aos nossos atletas experimentar outros ritmos competitivos e outros estilos futebolísticos e até jogar com equipas internacionais”.  Objetiva a “evolução da equipa, mas também a ambição de chegar longe. Iremos com vontade de tentar ganhar o torneio”.

 

Pais “sempre disponíveis para ajudar”

Para os pais, a aceitação “foi muito natural. Estão habituados a ir a torneios fora de Lisboa”.  Para cobrir as despesas, “estão a fazer várias iniciativas para angariar dinheiro, de forma a pagarem o mínimo possível. Tem havido um envolvimento muito bom da parte deles e estão sempre disponíveis para ajudar nesse aspeto”.

 

O treinador

Diogo Aleixo, 23 anos, é natural de Faro e iniciou atividade como treinador em 2015. Dois anos depois seguiu para o Clube Oriental de Lisboa, no qual  abraçou esta época o projeto para coordenador de sete equipas.

 

Texto: Inês Ruivo

Imagem: Fernando Correia

“Estrutura muito profissional”

“O Torneio Internacional de Castelo de Vide é já uma referência desportiva no que toca à realização deste tipo de eventos.”

 

“É um evento que envolve uma estrutura muito profissional e com extensão internacional. Pude constatar as excelentes condições do distrito para a realização deste torneio”. Nos horários “livres” os atletas aproveitaram para participar nas atividades que o torneio oferece. “Pretendemos que os nossos jovens vivenciem uma experiência marcante na vertente social, cultural e desportiva. E, nesse âmbito, procuramos participar nas experiências que a organização nos possibilita.”

 

“Distrito associado ao desporto”

Aconselho o público em geral a visitar o distrito de Portalegre (e serão muitos os que acompanharão o torneio), o qual nos oferece em termos turísticos uma vasta oferta cultural. O torneio acrescenta visibilidade externa ao distrito que, para além de afirmar Portalegre como destino turístico, é também um distrito associado ao desporto.” Devido à sua localização no Interior, distingue-se “acima de tudo pela afetividade com que todos nos recebem.”

 

“Organização extremamente profissional”

“As expetativas são as melhores, até porque toda a estrutura do torneio tem-nos habituado, ano após ano, a uma organização extremamente profissional. Faço votos que a realização do evento decorra, uma vez mais, com o maior desportivismo entre todos os intervenientes.”

Quanto ao confronto com equipas de outros pontos do país e estrangeiras, “é sempre uma oportunidade competir com equipas que não defrontamos regularmente. É um fator de motivação.”

 

“Potencialização do talento dos atletas”

Rui Mota, 38 anos, é natural de Santa Maria da Feira. Está desde a época 2008/2009 no Sport Lisboa e Benfica como treinador do escalão Sub12.

Apaixonado pela modalidade e pela melhoria das minhas competências enquanto treinador. Frontal, exigente, metódico e ambicioso”, é assim que se define.

Enfrenta como maior desafio “criar ótimas condições, através do processo de treino/jogo, para o desenvolvimento social e desportivo dos nossos jovens atletas.” Por outras palavras, “no plano desportivo [pretende] contribuir para o desenvolvimento e potencialização do talento dos jovens atletas.”

 

Texto: Inês Ruivo

Imagem: Rui Mota

 

“Senti-me muito bem recebido”

É um torneio “muito bem organizado, com um ambiente muito familiar e de proximidade entre todas as equipas, dos envolvidos e até mesmo dos pais dos atletas.”

 

Na participação do torneio anterior, “o que mais gostei foi o facto de poder transmitir às crianças uma realidade diferente daquela a que estão habituadas (sair da zona de conforto – neste caso estarem longe de casa) e da interação com treinadores de inúmeras equipas”.

 

“Cativa pela simplicidade”

“Não conhecia Castelo de Vide. É uma vila que, apesar de pouco movimentada fora da altura do torneio, cativa pela sua simplicidade e senti-me muito bem recebido.”

Após a participação em diferentes torneios, considera que a localização deste no Interior possibilita, “para além do habitual ambiente competitivo, um ambiente de convívio e interação entre todos”.

 

“Desenvolver aos níveis pessoal e desportivo”

João Martins, 23 anos, é natural de Lisboa e treinador do Central 32 Escola de Futebol. Iniciou o seu percurso como treinador há 6 anos na Escola Academia Sporting Carcavelos e mudou-se para o clube atual há 3 anos. 

“Enquanto treinador defino-me como alguém que, antes de procurar desenvolver o rendimento do atleta, procura criar um bom ambiente em equipa, o qual permita [ao atleta] crescer” a nível pessoal.

Define como objetivos diários: “criar métodos cativantes e motivadores para as crianças, tendo sempre o principal objetivo de as desenvolver aos níveis pessoal e desportivo.”

 

Texto: Inês Ruivo

Imagem: Sofia Baptista

“Desportivismo e espírito de camaradagem”

Em 2016, “toda a gente adorou e foram os pais de praticamente todos os miúdos”. Apesar da chuva e do frio, “gostei muito”. Por essa razão, “resolvo voltar este ano”.

 

A experiência foi positiva. “Gostei da organização e simpatia das pessoas, fomos bem recebidos e bem tratados. Gostei inclusive do desportivismo e espírito de camaradagem das outras equipas e pais”. No ano passado, a equipa participou num outro torneio, mas “notei uma grande diferença em tudo (organização, logística, competitividade…)”. O Castelo Vide Cup “é melhor. Por isso, vou voltar.”

 

Pais a “ficar entusiasmados”

Como aconteceu em 2016, os pais voltam a marcar presença no torneio. A aceitação inicial “não foi muito fácil porque os miúdos são muito pequenos e eles são muito protecionistas.” Mas, aos poucos, estão a ficar entusiasmados”.

 

“Marcado para sempre nas suas memórias”

A obtenção dos melhores resultados não é a prioridade do treinador. Considera mais importante a “experiência e vivência que eles vão ter”. A ideia passa por “criar esse tipo de novas experiências nas crianças. Acredito que ficará marcado para sempre nas suas memórias”.  

 

“Que os miúdos sejam felizes na prática do desporto”

Hugo Loureiro, 39 anos, é coordenador e fundador da Academia Acrutz, clube localizado no concelho de Sesimbra. Exerce a profissão de treinador desde 2013.

“Gosto que os meus jogadores aprendam a jogar um futebol positivo, com muito respeito pelos outros e sempre com vontade de ganhar”. Considera que o treinador tem “um papel muito importante”, uma vez que “ajudamos a criar as bases deles para o futebol, que também servem para a vida”. Ainda que seja “um papel muito complicado”, acima de tudo o treinador deve “conseguir que os miúdos sejam felizes na prática do desporto”.

 

Texto: Inês Ruivo

Imagem: DR

“Visibilidade aos miúdos do Interior”

A sua localização nesta região alentejana atribui “uma importância diferente a este tipo de eventos face à sua escassez”.

 

O torneio “traz muita visibilidade aos miúdos do Interior, o que nem sempre é fácil. É sem dúvida uma experiência muito positiva a interação com as crianças de várias origens”. Para além disso, “é uma oportunidade para o turismo e para algumas empresas da região”.

 

“Espírito de equipa”

Espera “muito convívio” e que o confronto com equipas de diferentes regiões e países resulte em “aprendizagem” e “competitividade”.

Para estas idades, “o principal é os miúdos se divertirem, interpretarem o espírito de equipa, o respeito pelos colegas e adultos e adquirirem hábitos de vida saudáveis”.

 

“Crescer através dos valores” do desporto

Nuno Varela tem 45 anos e é natural de Portalegre. É treinador há cerca de 10 anos e integra o Sport Clube Estrela desde o início desta época.

Apresenta-se como “uma pessoa calma, mas também exigente. Não gosto de perder, apesar de nestes escalões não ser o principal”. Considera como maior desafiointerpretar os interesses de cada um e conseguir transpor as individualidades para o coletivo.” Para além disso, é importante “ajudar os miúdos a crescer através dos valores que o desporto tem”.

 

Texto: Inês Ruivo

Imagem: Sport Clube Estrela